Thursday, February 23, 2012

Diário das Correntes 3

Programa do dia: 11h: Sessão oficial de abertura, com anúncio dos vencedores dos prémios do encontro e lançamento da revista Correntes d’Escritas dedicada a Eduardo Lourenço.


Diário das Correntes 2



Rubem Fonseca está cá (já o cumprimentámos). Fez boa viagem. Está contente com tanta atenção e entusiasmo à sua volta. E à chegada ao hotel das Correntes, depois de ver a capa do JL, disse: "Tenho de comprar uma máscara".

Diário das Correntes 1



De regresso à Póvoa de Varzim, até Sábado, para mais uma edição das Correntes d'Escritas. Sete mesas, 14 novos livros, visitas a escolas e muitos escritores. Aqui vamos nós.

Sunday, February 5, 2012

A máquina de fazer espanhóis em Espanha

Na edição de ontem do Babelia, do El Pais. A identidade no labirinto, diz ele (Antonio Sáez Delgado). E acrescenta: "la máquina de hacer españoles es una radiografía lúcida y certera, trágica y divertida al mismo tiempo, de la sociedad portuguesa, arrastrada por el autor a la necesidad de mirarse en su propia geografía mítica". Para ler aqui.

7h46


Friday, February 3, 2012

Ler e reler Borges


Não é só quando o leitor inicia uma nova leitura que a obra de um escritor renasce. É também nas várias edições que os seus livros vão tendo, sinal de como a posteridade cuidou do que escreveu. Integralmente  publicado em Portugal, Jorge Luis Borges começa hoje uma nova viagem, agora no comboio da Quetzal. A chancela do grupo Bertrand/Círculo faz chegar hoje às livrarias os dois primeiros volumes de um programa de edição dedicado a um dos maiores escritores do século XX (e não só). Esta iniciativa, que começa com os ensaios reunidos em História da Eternidade e a colectânea de contos Livro de Areia, tem por si só o mérito de devolver ao leitor os livros individualizados, já que nas livrarias apenas se encontrava disponível (com uma ou outra excepção) os cinco tomos das Obras Completas (editados pela Teorema). Assim, como num puzzle, peça a peça, poder-se-á desvendar o gigantesco labirinto literário que Borges foi compondo ao longo da sua vida, fruto de uma desmesurada paixão pela leitura. E estes lançamentos iniciais ilustram bem a variedade e, ao mesmo tempo, a unidade dos seus interesses. As ideias de duplo, manuscrito encontrado, ambiente fantástico, amor, morte, historia interrompida (e completada por quem lê), eterno retorno e círculo vicioso percorrem estes textos e contos, desafiando-nos a compor, através de uma leitura contínua, esse livro infinito que um dia terá ido para às mãos de Borges. "Disse-me que o seu livro se chamava o Livro de Areia, porque nem o livro nem a areia têm princípio nem fim". O gosto de ler Borges também não. 

7h06


Thursday, February 2, 2012

Mona Lisa, ainda o take 2

Para quem  gostou da notícia sobre a réplica mais antiga da Mona Lisa, que referi neste post, o El Pais lançou hoje uma extraordinária animação, que dá para confirmar as semelhanças e as diferenças entre o original e a cópia. Para ver aqui.