Thursday, November 25, 2010

Livros e corridas

Quem gosta de livros e de corridas não pode perder a aula gratuita que Christopher McDougall vai dar no próximo sábado, 27, no Estádio do Jamor, em Oeiras. Entre vários assuntos, o autor de Nascidos Para Correr, uma edição da Caderno, abordará a técnica secreta dos índios Tarahumara, conhecidos pela facilidade com que percorrem grandes distâncias. Também não faltarão dicas para evitar lesões e outros problemas musculares. O encontro é às 10 horas, junto à pista de actividades náuticas.

Tuesday, November 23, 2010

Diário inédito de José Gomes Ferreira

A Dom Quixote vai lançar, na próxima semana, o quinto volume do Diário de José Gomes Ferreira, inédito até à data. Este tomo reúne texto escritos entre 1 de Junho e 22 de Setembro de 1968. Com o subtítulo Dias Comuns V - Continuação do Sol, dá sequência aos quatro anteriores volumes: Dias Comuns I - Passos Efémeros, Dias Comuns II - A Idade do Malogro, Dias Comuns III - Ponte Inquieta e Dias Comuns IV - Laboratório de Cinzas.

As memórias da guerra de Semprún

«No digo que sin lecturas no habría sobrevivido, pero desde luego ayudaron a sobrevivir», garante Jorge Semprún, quando lhe perguntam como era a vida no campo de concentração de Buchenwald. E, de todos os livros, o escritor espanhol recorda sobretudo Absalom, Absalom!, de William Faulkner. Ler entrevista completa no Publico.es.

Monday, November 22, 2010

Prémio para Gonçalo M. Tavares


Aprender a Rezar na Era da Técnica, de Gonçalo M. Tavares, acaba de ser distinguido, em França, com o Prémio de Melhor Livro Estrangeiro 2010. A cerimónia de entrega do galardão decorre hoje, segunda-feira, 21, no Hotel Hyatt Madeleine, em Paris.

Este é mais um passo no grande reconhecimento que o escritor português tem tido no universo francófono, depois de ter integrado, também com Aprender a Rezar na Era da técnicas, as shortlists dos prémios Féminin e Médicis.

À conquista do castelo

É para quem gosta de jogos de tabuleiro e de História. A MESAboardgames acaba de lançar, com o apoio da EGEAC, O Troféu de S. Jorge, um jogo que recria a vida no castelo lisboeta, que este ano celebra 100 anos de monumento nacional.

«Para começar o jogo, cada jogador (entre dois e seis) escolhe uma personagem histórica de entre as 12 disponíveis, desde o vizir Al-Fihrî até ao rei D. Manuel II. Cada uma tem poderes diferentes que lhe dão vantagens sobre os restantes, e um dos segredos para conseguir arrecadar os três troféus que garantem o poder sobre o castelo nos mil anos seguintes é utilizar habilmente esses poderes», explica o Diário de Notícias.

Eu, quando jogar, quero ser o vizir Al-Fihrî. Para ver a cidade com outros olhos.

Generation Why?, diz ela


A escritora Zadie Smith foi ver A Rede Social e chegou à conclusão que o filme de David Fincher, com argumento de Aaron Sorkin, a partir do livro de Ben Mezrich, retrata a Generation Why?, aquela que cresceu com a Web 2.0. E questiona-se: «If it’s not for money and it’s not for girls—what is it for? With Zuckerberg we have a real American mystery. Maybe it’s not mysterious and he’s just playing the long game, holding out: not a billion dollars but a hundred billion dollars. Or is it possible he just loves programming?» Ler o artigo completo, publicado no The New York Review of Books, aqui.

Reler Sophia

Chega esta semana às livrarias a nova edição da poesia de Sophia de Mello Breyner Andressen. Depois de publicar em três tomos e em livros individuais, a Caminho optou agora por um único volume, que será também o mais completo.

Segundo o comunicado de imprensa, «a presente edição segue e actualiza os critérios de fixação de texto adoptados na série das edições 'revistas'. Publica-se igualmente, neste volume, um conjunto de poemas dispersos em revistas, em livros colectivos, em jornais e num cartaz, desde textos que remontam à primeira fase da produção de Sophia, dos anos 1940, até aos últimos poemas escritos em 2001. Alguns destes textos já foram dados a conhecer na antologia Mar, a partir da 5.ª edição, saída em 2004.» A organização, edição e fixação de texto é de Carlos Mendes de Sousa.

Para mais tarde ficou «um número considerável de poemas inéditos, que integram o espólio da autora, e que aguardam publicação em futura edição crítica».