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Sunday, April 3, 2011

Diário da Madeira 60

Eduardo Pitta.

Diário da Madeira 59

Catarina Homem Marques. Rock girl.

Diário da Madeira 58


Diogo Coelho.

Diário da Madeira 57

Mário Zambujal.

Diário da Madeira 56

Pedro Vieira.

Diário da Madeira 55

José Mário Silva.

Diário da Madeira 54

Rogério Sousa.

Diário da Madeira 53

Maria João Costa.

Diário da Madeira 52

Nuno Seabra Lopes.

Diário da Madeira 51

Afonso Cruz.

Diário da Madeira 50

Sandro William Junqueira.

Diário da Madeira 49

David Machado.

Diário da Madeira 48

Ana Nunes Cordeiro.

Diário da Madeira 47


Sara Figueiredo Costa.

Diário da Madeira 46

Paulo Ferreira.

Diário da Madeira 45


O quê, já são 4 e 30 da manhã? Epa, tenho de ir dormir.

Diário da Madeira 44

Depois do jantar, a poncha.

Diário da Madeira 43

Este blogue ainda está a recuperar do menu de degustação que foi servido ontem, no restaurante Venda da Donna Maria, no centro do Funchal. Folclore, vinhos regionais e 17 pratos, das entradas às sobremesas. Um serviço de inexcedível simpatia e uma gastronomia diversificada e saborosa. Para mais tarde recordar, depois de perdidos os muitos quilos que levamos da Madeira.

Diário da Madeira 42

Programa do dia: Mesa 4 — Os escritores esquecidos, com Afonso Cruz, Eduardo Pitta, Violante Saramago, Antonio Scurati e Francesco Valentini, às 11.

Saturday, April 2, 2011

Diário da Madeira 41


Era para ser a prova cabal da constância literária. David Machado e João Tordo tinham um plano, como o primeiro revelou na terceira mesa do Festival Literário da Madeira, em que participaram ainda Inês Pedrosa, Raquel Ochoa e Ana Margarida Falcão. Escrever uma série de policiais sobre um assassino que entra em acção no primeiro dia de cada mês. Sem excepções. Um killer metódico, cerebral e eficaz. Só que lá para o meio haveria de surgir um pequeno incidente: em Abri ele só conseguiria matar no dia 2. Seria o início de uma grave crise pessoal, um momento de dúvida, um drama existencial.
Alinhadas as ideias principais da história e da colecção - doze livros, em doze meses, doze capítulos com dez páginas cada -, avançaram para questões mais práticas: o ritmo da escrita, a alternância da autoria dos capítulos, o evoluir da narrativa.
Está bom de ver que nem o Stephen King estaria à altura de tamanha tarefa. E aos poucos os problema apareceram. Enquanto o João Tordo escrevia um capítulo num dia, o David Machado levava três. E com o autor de Deixem falar as pedras a coisa ainda piorava nos dias em que não comprava o jornal e não completava o seu habitual e inspirador sudoku. Está bom de ver que a constância literária não é tarefa fácil. Daí a proliferação de escritores inconstantes a que o título da mesa alude. Até porque, como defendeu Inês Pedrosa, "escrever é lutar contra a constância da vida, que é um nada que tem de ser preenchido. Com palavras".